Um silêncio ensurdecedor: onde estão os protestos dos ambientalistas sobre o óleo nas nossas praias?

Um silêncio ensurdecedor: onde estão os protestos dos ambientalistas sobre o óleo nas nossas praias?

Porto Velho, RO - Quase 140 praias e regiões litorâneas do Brasil e principalmente nas lindas áreas próximo ao mar no Nordeste, foram atingidos por óleo cru, que chegou ao litoral sem que se saiba ainda qual o motivo e a origem do imenso dano ambiental para nosso país. Inédito, o evento ainda está sendo investigado, mas há indícios até que tenha sido criminoso, ou seja, o óleo jogado no mar brasileiro de propósito. Nada provado ainda. O que surpreende mesmo é o absoluto silêncio das ONGs e de praticamente todos os numerosos defensores da questão ambiental. E os governadores do Nordeste que, no geral, sequer comentaram o drama, até agora? Será que tem a ver com o fato das suspeitas de que o crime tenha sido proposital e a culpa  seria do governo comunista da Venezuela?  Não há prova alguma em relação a isso, apenas suspeitas e ilações. Mas como 99,9 dessas ONGs e dos ambientalistas, principalmente os do ar condicionado e os que vivem falando na Amazônia, a maioria sem jamais ter posto os pés por aqui, são notoriamente defensores do meio ambiente apenas quando lhes interessa ser (e obviamente eles não querem dar crédito algum ao governo Bolsonaro, por resolver esse problema), o silêncio está se tornando algo perto de um absurdo estrondo. Cada vez mais a questão fica clara: afora os ingênuos e alguns realmente apaixonados, o tema é usado apenas por ideologia e pelos defensores dos seus próprios interesses, alguns bastante suspeitos. Afora isso, é mesmo muito papo furado e conversa para enganar os trouxas.

Não é surpresa também que parte da mídia nacional e internacional esteja pisando em ovos ao tratar do assunto. Imagine-se o que aconteceria se houvesse uma pequena suspeita de que a culpa fosse, por exemplo, da Petrobras. As ONGs internacionais já teriam pedido a cabeça de Bolsonaro. Macron, o francês meio perdidão, estaria convocando reunião da ONU para criminalizar nosso governo. Os ambientalistas daqui e de todo o mundo estariam exigindo a cabeça do atual Presidente da República numa bandeja. Como a suspeita é de que haja algum tipo de culpa do “cumpanheiro” ditador Nícolas Maduro, por acidente ou de propósito, claro que o silêncio, para esses malandros, é o melhor caminho. Enganam-se. Está cada vez mais claro, ante os olhos da grande maioria dos brasileiros, quem esta preocupado mesmo com nosso Brasil e aqueles que vociferam e mentem sobre a destruição da Amazônia, mas fecham o bico quando algum amigo pode der culpado de uma quase tragédia ambiental. Calam-se, mas deixam um grande barulho para que o povo o ouça e entenda o que realmente está acontecendo e que interesses estão por trás desses amores selecionados pelo meio ambiente, mas apenas onde há  riquezas imensas, que eles podem ter acesso. Cada vez a verdade fica mais transparente.

 

O PEDIDO QUE NÃO HOUVE E APOIO À POLÍCIA

O relator da CPI da Energisa, deputado Jair Montes, gravou dois vídeos sobre o tema, nessa semana. O primeiro baseado numa história não confirmada: de que a Energisa estaria pedindo novo reajuste à Aneel; que faria uma audiência pública no dia 24 de outubro, no auditório da Fiero e que, a partir dela, o preço da conta de luz poderia subir ainda mais: entre 10 e 13 por cento. Consultada sobre o tema, a empresa respondeu que jamais pediu esse reajuste. Pelo menos oficialmente, essa é a posição dela. Com relação ao segundo vídeo, esse sim é baseado em um caso real! Como a CPI orientou à Polícia Civil a não receber nenhum tipo de ajuda financeira da empresa responsável pela distribuição de energia no Estado, já que havia um convênio de apoio para manutenção de veículos e combustível, entre outras coisas, perto de 704 mil reais/ano, Montes divulgou, via redes sociais, que colocará uma emenda sua, no orçamento do Estado, de 1 milhão de reais/ano, apenas para suprir essas necessidades da Polícia. Desde que, é claro, ela interrompa o acordo com a Energisa. A CPI continua com oitivas de pessoas convocadas para dar seus depoimentos.

 

OS 250 MILHÕES EM EMENDAS E AS PONTES

Uma bolada de 250 milhões de reais: esse é o alvo da bancada federal de Rondônia, que começou a discutir o assunto das emendas parlamentares para 2020 nessa semana.  Nove dos 11 membros da bancada (oito deputados federais e três senadores), participaram dos debates, no gabinete do senador Confúcio Moura. Marcos Rogério e Acir Gurgacz, os outros dois senadores, também participaram. Dos deputados federais estiveram no encontro as deputadas Silvia Cristina, Mariana  Carvalho e Jaqueline Cassol; o líder da bancada, Lúcio Mosquini e os deputados Léo Moraes e Coronel Chrisóstomo. Não participaram Mauro Nazif e Expeditto Neto.  As emendas de bancadas serão divididas entre Prefeituras, universidades, Ifro e outras áreas importantes para o desenvolvimento do Estado. Uma das prioridades, anunciadas por Lúcio Mosquini, será a destinação de pelo menos 25 milhões de reais aos municípios para investimentos na troca de pontes de madeira por tubos armcos. A previsão é que, com o dinheiro, pelo menos 140 pontes sejam feitas nesse novo sistema.

 

MIL BICICLETAS ÀS CRIANÇAS

A primeira dama da Capital, dona Ieda Chaves, comanda, mais uma vez, uma grande festa do Dia das Crianças, em Porto Velho. A festa será nesse sábado, dia 12, no Parque dos Tanques, como ocorreu no ano passado. Além de shows e brincadeiras, o ponto da alto da festa será o sorteio de pelo menos mil bicicletas, o dobro das que foram distribuídas no ano passado.  A grande festa começa a partir das duas da tarde, com muita diversão, sorteios, pipoca, algodão doce, cachorro quente e picolé. O evento é liderado pela primeira dama, Ieda Chaves e  organizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) com ajuda de várias secretarias do município e parceiros para oferecer uma tarde alegre às crianças que não têm oportunidade de ganhar presentes ou regalias nesta data tão importante para elas. No ano passado, a promoção da Prefeitura reuniu pelo menos cinco mil pessoas no Parque da Cidade. A expectativa é que neste sábado, o público seja ainda maior.

 

A PROPRIEDADE, ENFIM, PARA 1.790 FAMÍLIAS

Moradores de dois importantes bairros da Capital (Pedrinhas e Costa e Silva), receberam uma grande notícia, vindo do governo do Estado, esta semana. No total, 1.790 títulos de propriedade definitiva serão emitidos nessas duas áreas, dentro do programa de Regularização Fundiária. A área antiga da Fazenda Milagres, que engloba os bairros São João Bosco (antigo Jardim América) Liberdade, São Sebastiao e Nacional, também entrarão no sistema, mas numa próxima etapa. Terminada esta fase com a regularização dos 1.790 lotes dos bairros Costa e Silva e Pedrinhas, a Sepat inicia o trabalho de cadastramento e levantamento socioeconômico das famílias de parte dos bairros São João Bosco e Liberdade (segunda etapa do programa), ficando por último, na terceira etapa, o processo de regularização dos bairros São Sebastião e Nacional, cuja área, diferentemente dos demais, está contemplada totalmente no perímetro da Fazenda Milagres, toda de domínio legal do Estado de Rondônia. Milhares de famílias estão sendo beneficiadas em todo o Estado com a regularização. O governador Marcos Rocha tem repetido que esse programa é prioridade na sua administração. Em Porto Velho, a Prefeitura também tem um bem sucedido programa de Regularização. Nessa área, as coisas estão melhorando.

 

ATÉ QUANDO O ESPAÇO VAI SOBREVIVER?

Continua desorganizado, sem controle, sem a presença das autoridades e, nesse caminho, em breve não teremos mais como utilizar o Espaço  Alternativo, uma das mais importantes obras que a Capital já ganhou, nos últimos anos. Em apenas um ano e meio desde a inauguração, o Espaço já foi atacado por vândalos, que retiraram madeira dos bancos para fazer churrasco; por bêbados e drogados, que fazem bacanais e festança madrugada adentro, nos finais de semana; por vendedores de tudo (semanas atrás, até cadeiras de barbeiro foram colocadas nos canteiros!), transformando o local num verdadeiro mercado persa. No canteiro central, foram arrancados equipamentos de ginástica colocados para uso dos frequentadores, porque eles estavam atrapalhando um dos brinquedos que uma empresa privada colocou lá, não se sabe autorizada por quem. A última foi incrível: um homem instalou sua barraca embaixo dos arcos da Passarela, um lindo monumento à cidade e ao Espaço e estava morando lá. Junte-se a tudo isso os porcalhões que levam seus cães para o local e, alguns deles deixam os animais fazerem suas necessidades e vão embora, deixando a sujeira para que outras pessoas pisem. Desse jeito, abandonado, o Espaço Alternativo vai sobreviver?

 

LIVRE DE AFTOSA SEM VACINA EM 2020?

Ainda não estão muito bem claras todas as razões para que a produção de carne de Rondônia, já não tenha sido considerada vinda de um rebanho livre de aftosa sem vacinação. A medida mudaria os critérios de comercialização de um dos nossos principais produtos de exportação, agregando muito mais valor às toneladas que vendemos para uma centena de países. O novo status da nossa carne já deveria estar valendo desde junho passado, mas o Ministério da Agricultura decidiu manter por mais algum tempo o sistema de vacinação e transferir o anúncio de que nossa carne está livre da aftosa, sem a vacina, para uma nova data, ainda não definida. Por isso, a Idaron e o Governo anunciam a 47ª campanha de imunização para começar na semana que vem e prosseguir até 22 de novembro. A meta é vacinar as quase 14 milhões de cabeças de gado que compõem nosso rebanho. O que se espera é que essa seja a última campanha e que já em 2020 possamos entrar no mercado mundial num novo estágio, totalmente livres da aftosa sem a necessidade de novas campanhas de vacinação. Vamos aguardar para ver...

 

PERGUNTINHA

O presidente Jair Bolsonaro está correto em sair do PSL, o partido pelo qual se elegeu, por discordar de muitos de seus companheiros eleitos ou deveria ficar onde está e tentar ampliar sua base de apoio no Congresso, onde ele tem perdido muitas votações, inclusive com votos contrários de membros do seu próprio partido?