Técnicas de identificação de espécies florestais amazônicas são repassadas a moradores da Resex Rio Preto Jacundá durante oficina

Técnicas de identificação de espécies florestais amazônicas são repassadas a moradores da Resex Rio Preto Jacundá durante oficina

Moradores da Resex Rio Preto Jacundá aprendem como identificar espécies amazônicas

Porto Velho, RO - No último fim de semana, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) acompanhou a aplicação do Curso de identificação de espécies Amazônicas, realizado na Associação dos Moradores da Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá (Asmorex), no Município de Machadinho d’Oeste, para moradores da Resex e especialistas na área ambiental.

Em parceria com o Governo de Rondônia, a capacitação foi realizada pelo Centro de Estudos Rio Terra, com a colaboração do Jardim Botânico de Nova York. 

O trabalho de identificação e classificação botânica é um campo de conhecimento abrangente e que a partir da capacitação vai dar aos extrativistas e comunidade, mais conhecimento de técnicas de preservação e desenvolvimento ambiental. “O objetivo deste curso é capacitar e formar novas pessoas para identificar novas espécies botânicas da amazônia, principalmente a comunidade da Resex Rio Preto Jacundá. Queremos capacitá-la para melhorar a eficiência do trabalho realizado”, explicou o coordenador da RioTerra, Alexandre Queiroz.

Secretário da Sedam comentou sobre as atividades técnicas ambientais da Sedam na oficina

Diagnóstico e técnicas para restauração florestal e sistemas agroflorestais também foram abordados na oficina.

Para o secretário da Sedam, Marcílio Leite, a troca de informações com os extrativistas do entorno do Resex é importante para incentivar a conservação das Unidades de Conservação (UCs) e ampliar o trabalho da comunidade, na proposta de gerar renda e a economia local, por meio do desenvolvimento sustentável.

“Com as oficinas, visamos contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado de Rondônia, unindo a valorização do meio ambiente com a necessidade de manter a floresta em pé, e também oportunizar à geração de renda para às famílias locais”, afirma o secretário da Sedam.

No treinamento, os participantes tiveram aulas práticas e teóricas quanto a execução do Plano de Manejo, levando em consideração fatos reais levantados durante a capacitação, para trabalhar a caracterização de plantas; coletas  em campos; caracterização e descrição de plantas, a partir de folhas, flores e tipos de madeira; coleta  de  material botânico e técnicas de elaboração de inventário florestal.