Senadores, deputados estaduais e federais foram deselegantes

Senadores, deputados estaduais e federais foram deselegantes

Comportamento deselegante

Os comentários são muitos sobre à ausência de deputados eleitos, estaduais e federais e, senadores na posse do governador, Marcos Rocha. Se a equipe de comunicação do novo governo, esqueceu ou se esquivou em convidar as autoridades legislativas, provavelmente tomou uma iniciativa não muito agradável, o que deveras, poderá azedar as relações entre os dois poderes a partir de fevereiro.

Falta de urbanidade

Se a equipe de comunicação de Marcos Rocha, estendeu o convite aos deputados, em especial aos estaduais, que por motivos estranhos não compareceram à solenidade de posse, num momento de suma importância para o Estado de Rondônia, demonstraram pouco interesse. Como foi a maioria que não se fizeram presentes, não restam dúvidas que faltou urbanidade por parte dos parlamentares ausentes. 

Parlamentares acanhados

Poucos são os nossos representantes em Brasília, que gostam de usar a tribuna da Câmara ou Senado, nem mesmo naquele minuto, geralmente aberto para se pronunciarem sobre aniversário das cidades onde possuem base eleitoral. A ex-deputada federal, era uma das que tinha pavor ao parlatório. Esse acanhamento também, fazia parte dos demais e, esperamos, os que atuarão a partir de fevereiro, sejam desinibidos e coloquem seus pontos de vistas na Câmara e no Senado, claro, divulgando e reivindicando coisas para o nosso Estado. 

Precisa melhorar

Embora temos o vice-governador Zé da Jodan, como único representante de Rolim de Moura, vejo, o deputado estadual, Jean de Oliveira, com muitas perspectivas para carrear recursos para a capital da Zona da Mata, uma vez que obteve uma excelente quantidade de votos no município. Apesar de ter sido sempre ausente neste quesito, visto que suas emendas sempre foram de formas raquíticas, Rolim de Moura, vai precisar bastante de seu apoio, até porque, Rolim de Moura, é passagem obrigatória para sua cidade Alta Floresta. 

Ficar atento

As chuvas continuam caindo em abundâncias em Rolim de Moura, mas nada ainda aponta por pedidos de emergências, onde, geralmente os ribeirinhos do rio Anta Atirada e outros córregos que atravessam a cidade, nada de anormalidade. Mas nada impede de o Secretário Municipal de Obras Públicas, Marcelino Lima, de ficar atento as pancadas de chuvas que aumentam agora no mês de janeiro, onde algumas galerias no centro da cidade, todos os anos transbordam deixando moradores em pânicos. 

Só crateras

A malha asfáltica de quase toda a cidade de Rolim de Moura, que por sinal não nunca foi de boa qualidade, já está se deteriorando com as constantes queda das águas enviadas por São Pedro. O desvio que há quase dois meses fora feito, com a obstrução da ponte do Riozinho, também contribui muito para estragar o pouco que ainda restava, no trajeto pelo CTG. Se o referencial de uma cidade é a parte central, imagine como vai ficar o arrabalde até o término das águas. 

Rolim pede socorro

A Usina de Asfalto instalada em Rolim de Moura, em nada serviu até agora, vamos ver se de agora em diante, o nosso vice-governador Zé da Jodan, consiga mudar o rumo dessa história, pois, até o mês passado quem mandava na Usina de Asfalto, era a prefeita Glaucione, com o beneplácito do casal Raupp. Mesmo assim antevejo que a luta pela obtenção da emulsão asfáltica, não vai ser fácil, posto que Cacoal, possui dois deputados estaduais para entrar na briga, mas precisamos mesmo é de boas emendas para remodelar esta cidade. 

Fiscalização rigorosa

Praticamente 80% da malha asfáltica da capital da Zona da Mata, é de péssima qualidade, onde os serviços de terraplanagem e compactação, foram feitos de faz de conta ao longo dos anos.

Ainda para contrariar o que se recomenda os ditames da engenharia, as empresas com as bênçãos dos administradores públicos, finalizaram os serviços aplicando os famosos “asfaltos cascas de ovos”, ou Gillette Deitada. O que vemos hoje em Rolim de Moura, é essa aberração, onde todos os anos se queima dinheiro público para fazer operações tapa-buracos, o mesmo que enxugar gelo.    

Um profissional da área

O certo seria a Câmara de Vereadores, constar em seu organograma a vaga para um engenheiro, para que pudesse acompanhar as obras em andamento por parte do Poder Executivo, o que sem dúvida ajudaria bastante evitando que as empresas fizessem de sua maneira, sem a devida fiscalização por parte do Poder legislativo.

A Câmara de Vereadores, precisa de assessoramento no que tange de um profissional desse naipe, para que não fique conivente com diversas obras de péssima qualidade, acreditando somente na execução por parte do executivo. 

Fiscalizador com formação

Vejo a devolução de dinheiro por parte da Casa de Leis, ao palácio, Olavo Pies, um gesto muito bacana, como os quase 500 Mil Reais, recentemente entregue ao cofre do município.

É bem verdade, que não dá para fazer um concurso para unicamente incluir um profissional, mas, pode ser feita uma votação legal pela Casa de Leis e, nomear através de portaria um Engenheiro Civil, que vai ser muito oportuno na questão de realizações de obras por parte do município, principalmente para frear a onda de construções inadequadas a realidade do projeto. 

Falta de visão

Rolim de Moura, foi uma cidade projetada como uma das melhores cidades de Rondônia, praticamente quase cem por cento com duas pistas e canteiros ao meio. Era a cidade dos olhos do ex-governador Jorge Teixeira, que não se cansava em elogiar o eldorado do Estado, com mais de 120 serrarias trabalhando a todo vapor.

Infelizmente desde seu início, não se atentaram para preservar áreas para futuras construções, como Creches, Escolas, Postos de Saúde e Áreas de Lazer. Cederam várias quadras para igreja católica e outras áreas nobres para amigos próximos e, hoje, se quiser construir tem que desapropriar e pagar, em quaisquer um dos bairros da cidade. 

Precisa rever

A velha Delegacia da Polícia Civil, de Rolim de Moura, que fica ao lado da Unisp, precisa com urgência passar por transformação e melhorar o espaço para os peritos e outros agentes ligados a Segurança Pública.

O local onde funciona a equipe da perícia, além de apertado não oferece as mínimas condições de trabalho e, quem vem acompanhar as tramitações também não goza de um espaço adequado para serem recepcionados. Foi um casarão construído ainda no início dos anos 80, e não atende mais aos anseios nem dos agentes nem tampouco da sociedade de modo geral.

Colunista Fernando Garcia

Porta aberta 04 de Janeiro de 2019