Diretor do sindicato devolveu valores recebidos irregularmente

Diretor do sindicato devolveu valores recebidos irregularmente

Porto Velho, RO - O Conselho Fiscal do Sindsef-Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia, órgão com cinco componentes efetivos e três suplentes, atualmente composta pelos filiados Maria José Dias Ferreira (Mazé), como coordenadora, e como membros Maria Francinéia dos Santos, Francisco de Araújo Fernandes, José Elizaldo Barreto e Edilson Alves.

Conhecido por seu rigor técnico e auxiliado por uma contabilidade muito eficiente e organizada, o Conselho Fiscal do Sindsef tem prestado grandes serviços àquele sindicato, não permitindo nenhuma despesa que contrarie normas legais ou morais, como recentemente fizeram, quando mandaram o atual diretor de imprensa da entidade, Paulo da Silva Viera, a devolver valores recebidos a título de diárias e passagens aéreas que ele havia recebido em 2018 para fazer tratamento médico em cidades do nordeste brasileiro, no valor total de R$ 6.180,00 (seis mil, cento e oitenta reais), que somente fora devolvido no dia 7 de janeiro de 2020, dentro do prazo de registro de chapa. 

Não obstante a situação vexatória do atual diretor do Sindsef, apurou-se ainda que não é a primeira vez que ele tem que devolver dinheiro recebido de forma irregular daquela entidade.

Em 2017, ao analisar o processo administrativo 205, na página 17, aquele Conselho Fiscal descobriu que o diretor Paulo Vieira tinha pedido o pagamento de um benefício de forma dupla, pois já recebera a mesma verba no processo 714/2016, fazendo a devolução de R$ 3.600,00 (três mil e seiscentos reais), cujos valores Paulo Vieira só veio quitar totalmente em 27 de novembro de 2019. O Conselho Fiscal foi duro e não permitiu a manobra de Vieira em prejuizo ao Sindsef.

Embora seja diretor do Sindsef há quase 12 anos consecutivos, Paulo Vieira atualmente se apresenta como novidade nas eleições do Sindsef/RO, que serão realizadas no dia 20 de fevereiro próximo, como candidato a presidente na chapa oposicionista (CHAPA 2), em disputa com o professor Ildo MUssoi (CHAPA 1), que nunca ocupou cargo na diretoria executiva da entidade, embora seja filiado dela desde sua fundação.