Depois do CAR, produtor rural de Rondônia deverá aderir ao Programa de Regularização de Áreas Degradadas

Depois do CAR, produtor rural de Rondônia deverá aderir ao Programa de Regularização de Áreas Degradadas

Porto Velho, RO -  O produtor rural que já georreferenciou a propriedade com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) deverá submeter ao Programa de Regularização de Áreas Degradadas (PRAD), que não é obrigatório, mas importante para ter acesso às linhas de créditos nas instituições financeiras oficiais.

O PRAD é um compromisso de ações a serem realizadas pelo produtor rural com a finalidade de recuperar áreas desmatadas e/ou alteradas ilegalmente. Exemplo desses espaços nas propriedades são as áreas de preservação permanentes e reservas legais e de usos restritos.
Aos sitiantes, com área total de até 240 hectares, o PRAD é gratuito. Acima desse tamanho, o produtor deve buscar ajuda no serviço privado. Ao aderir ao programa, o produtor terá vários benefícios, dentre eles, a oportunidade de gerar e diversificar a renda com implantação de Sistemas Agroflorestais, uma aptidão que vem evoluindo no País a partir do manejo consciente valorizando a biodiversidade com ganhos econômicos, sociais e ambientais.

Técnicos da Emater e da Sedam são capacitados em Ji-Paraná sobre o Programa de Regularização de Áreas Degradadas

Para aderir ao PRAD, o pequeno produtor rural deve procurar as orientações dos técnicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), que submetem a capacitação nesta terça-feira e quarta-feira, em Ji-Paraná, no laboratório do Instituto Federal de Rondônia (IFRO).

A capacitação está sendo ministrada pelo Centro de Estudos Rioterra pela palestrante Fabiana Barbosa Gomes. “O programa está sendo implantado em todo Brasil. É importante que o produtor assuma esse compromisso”, disse a Fabiana Gomes, que é gerente de Geotecnologia e Pesquisas do Rioterra.

Para o gerente regional a Emater em Ji-Paraná, o agrônomo Antônio de Assis, a capacitação é salutar porque prepara os técnicos dos dois órgãos estaduais envolvidos para atender o pequeno produtor. “Documentado, o agricultor tem maior acesso aos financiamentos bancários”, disse o gerente

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